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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Doenças causadas por bactéria




Existem várias doenças causadas por bactérias. As bactérias são organismos unicelulares, procariontes e possuem tamanho microscópico.

Veja a lista das doenças contendo as principais causas, os sintomas e as formas de tratamento e prevenção.




Acne
Informações sobre a acne: o terror dos adolescentes (e de alguns adultos).


Antraz
Doença que pode ser fatal, principalmente em casos de inalação de esporos da bactéria causadora.


Blenorragia
Infecção bacteriana também conhecida por gonorréia.


Botulismo
Os sintomas do botulismo estão relacionados às toxinas da bactéria Clostridium botulinun.


Bronquite
Características, sintomas e tratamento da bronquite aguda e da crônica.


Brucelose
Conheça a brucelose, o que causa no homem, seus sintomas, meios de contaminação e tratamento.


Cancro Mole
DST que se manifesta por meio de feridas avermelhadas de base mole e com pus.


Cistite
Conheça a doença ocasionada por infecção e/ou inflamação da bexiga.


Cólera
Doença que causa diarreias agudas, mas pode se apresentar de forma assintomática.


Coqueluche
Doença que atinge o sistema respiratório devido à ação da Bordetella pertussis ou da B. parapertussis.


Difteria
Conheça os sintomas, bacilo causador e formas de contágio desta doença também chamada de crupe.


Disenterias Bacterianas
Disenterias bacterianas e suas formas mais comuns: sintomas, prevenção e tratamento.


Erisipela
Infecção de pele causada pela bactéria streptococcus.


Escarlatina
Doença cujos sintomas surgem em virtude da hipersensibilidade às toxinas da bactéria causadora.


Febre da Mordedura de Rato
Doença causada pelo contato com a saliva, urina ou fezes de ratos, por ingestão ou mordedura.


Febre maculosa
Entenda a febre maculosa, doença que é transmitida pelo carrapato


Febre Reumática
Febre reumática: causa, sintomas e tratamento.


Febre Tifoide
O que é a febre tifoide e como é transmitida.


Furúnculo
Características, causas, cuidados e tratamentos do furúnculo.


Gangrena gasosa
Saiba o que é gangrena gasosa, quais seus agentes causadores, sintomas e tratamento


Gardnerella
Gardnerella é uma vaginose bacteriana que apresenta corrimento amarelado, bolhas e odor desagradável como sintomas.


Hanseníase
Formas de contágio, sintomas, prevenção e tratamento da hanseníase.


Impetigo

O impetigo é uma doença bacteriana que afeta determinadas regiões da pele, formando lesões. Conheça-o!


Leptospirose
Doenças infecciosas causadas por bactérias espiroquetas do gênero Leptospira.


Meningite
Transmissão, sintomas da meningite, prevenção, profilaxia, agente causador e tratamento da meningite.


Peste pulmonar
Peste pulmonar: doença cujo agente transmissor é o mesmo da peste bubônica.


Pneumonia
Características, agentes causadores, sintomas e tratamento da pneumonia.


Salmonelose
Infecção alimentar que pode ser fatal em pessoas que apresentam baixa imunidade.


Sífilis Congênita
Saiba o que a sífilis congênita pode provocar.


Tétano
Características, formas de contágio, sintomas e tratamento do tétano, doença bacteriana.


Tifo endêmico (ou murino)
Doença causada por rickéttsias: bactérias parasitas intracelulares obrigatórias.


Tifo epidêmico (ou exantemático)

Doença causada pela rickéttsia Rickettsia prowazekii, transmitida pelo carrapato humano.


Tracoma
Doença oftalmológica crônica que pode causar cegueira.


Tuberculose
Doença bacteriana que afeta, principalmente, os pulmões.


Úlcera
Causas, sintomas, diagnóstico e tratamento da úlcera péptica.

Taxonomia


Taxonomia é a ciência que classifica os seres vivos. Também chamada de “taxionomia” ou “taxeonomia”, ela estabelece critérios para classificar todos os animais e plantas sobre a Terra em grupos de acordo com as características fisiológicas, evolutivas e anatômicas e ecológicas de cada animal ou grupo animal

A primeira tentativa de se classificar as mais de 10 milhões de espécies de seres vivos da terra, data de 3 séculos antes de Cristo quando Aristóteles classificou os animais em “sem sangue vermelho” e “com sangue vermelho”. Como se pode perceber, essa classificação não era nem um pouco prática, então começaram a surgir outras tentativas de classificar os seres vivos.

No século XVII surge o conceito de espécie introduzido pelo naturalista John Ray (considerado o pai da história natural inglesa). No século seguinte, os seres vivos começam a ser classificados de acordo com sua história evolutiva edesenvolvimento embriológico até que, em 1735, Carl Von Linné (1707-1778), mais conhecido como Lineu, publica Systema Naturae onde trata dos reinos animal, vegetal e mineral agrupando os seres vivos (neste caso as plantas) emclasses, ordens, gêneros e espécies. A partir daí passou-se a usar o sistema binominal criado por Lineu para classificar as diferentes espécies de plantas adotando-se um primeiro nome em latim para indicar o gênero e um segundo nome indicando a espécie.

A obra de Lineu foi mais tarde republicada em dois volumes (1758-1759) nos quais sua classificação foi aprimorada e os seres vivos classificados de acordo com suas características morfofisiológicas, genéticas e evolutivas em três grandes reinos: animal, vegetal e mineral. A classificação binominal foi consolidada e vários dos termos utilizados por Lineu, como flora, fauna e etc., são usados até hoje, motivos pelos quais Lineu é considerado o pai da taxonomia moderna.

A taxonomia se divide em dois grandes ramos. Um deles, a sistemática, trabalha com a divisão dos animais em grupos de acordos com suas semelhanças; e a nomenclatura, trabalha na definição de normas universais para a classificação dos seres vivos com o intuito de facilitar o estudo das espécies ao utilizar uma denominação universal.

Os seres vivos são classificados da seguinte maneira: reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie.

A espécie é a unidade taxionômica fundamental e agrupa seres vivos que possuem as mesmas características cromossômicas (n.º de cromossomos), anatomia semelhante, fisiologia e desenvolvimento embrionário idênticos entre si, além de um critério fundamental: o cruzamento de animais da mesma espécie deve originar um novo animal fértil. O exemplo mais comum para se ilustrar o que é uma espécie é o cruzamento entre um jumento e uma égua. Ambos, aparentemente preenchem todas as características acima e poderiam ser da mesma espécie, entretanto de seu cruzamento nasce o burro que um animal infértil e, portanto, o jumento e a égua não podem ser considerados como sendo da mesma espécie.

Algumas espécies de plantas conseguem cruzar com plantas de espécies diferentes e originar um descendente fértil, entretanto, elas não são consideradas da mesma espécie por isso.

Espécies que apresentam algumas características comuns são agrupadas em gêneros e os gêneros, por sua vez são agrupados em famílias. Várias famílias formam uma ordem. Claro que conforme se avança na classificação das espécies em sentido crescente (espécie à gênero à família…) a diversidade vai aumentando e as diferenças entre os seres também.

Várias ordens de animais com características predominantes semelhantes podem ser agrupados em classes. Um exemplo é a classe dos insetos que agrupa animais como as abelhas, as baratas e as moscas, todas de espécies diferentes. As classes, por sua vez, fazem parte dos filos e os filos, são agrupados em reinos que são a classificação mais genérica dos seres vivos.


Reino Protista

A complexidade da célula eucariótica de um protozoário é tão grande, que ela - sozinha - executa todas as funções que tecidos, órgãos e sistemas realizam em um ser pluricelular complexo. Locomoção, respiração, excreção, controle hídrico, reprodução e relacionamento com o ambiente, tudo é executado por uma única célula, que conta com algumas estruturas capazes de realizar alguns desses papéis específicos, como em um organismo pluricelular.

Segundo a classificação dos seres vivos em cinco reinos (Whittaker – 1969), um deles, o dos Protistas, agrupa organismos eucariontes, unicelulares, autótrofos e heterótrofos. Neste reino se colocam asalgas inferiores: euglenófitas, pirrófitas (dinoflagelados) e crisófitas (diatomáceas), que são protistas autótrofos (fotossintetizantes). Os protozoários são protistas heterótrofos.

A célula

A célula de um protista é semelhante às células de animais e plantas, mas há particularidades. Os plastos das algas são diferentes dos das plantas quanto à sua organização interna de membranas fotossintéticas.

Ocorrem cílios e flagelos para a locomoção. A célula do protozoário tem uma membrana simples ou reforçada por capas externas protéicas ou, ainda, por carapaças minerais, como certas amebas (tecamebas).

Os radiolários e heliozoários possuem umesqueleto intracelular composto de sílica.


Os foraminíferos são dotados de carapaças externas feitas de carbonato de cálcio. As algas diatomáceas possuem carapaças silicosas.

Os protistas podem ainda ter adaptações de forma e estrutura de acordo com o seu modo de vida:parasita, ou de vida livre.

O citoplasma está diferenciado em duas zonas, uma externa, hialina, o ectoplasma, e outra interna,granular, o endoplasma. Nesta, existem vacúolos digestivos e inclusões.



Origem


Os protozoários constituem um grupo de eucariontes com cerca de 20 mil espécies. É um grupo diversificado, heterogêneo, que evoluiu a partir de algas unicelulares. Em alguns casos essa origem torna-se bem clara, como por exemplo no grupo de flagelados. Há registro fóssil de protozoários com carapaças (foraminíferos), que viveram há mais de 1,5 bilhão de anos, na

Era Proterozóica. Grandes extensões do fundo dos mares apresentam espessas camadas de depósitos de carapaças de certas espécies de radiolários e foraminíferos. São as chamadas vasas.

Ao lado: Microscopia eletrônica da carapaça presente externamente à célula de uma espécie de radiolário.


Habitat

Os protozoários são, na grande maioria, aquáticos, vivendo nos mares, rios, tanques, aquários, poças, lodo e terra úmida. Há espécies mutualísticas e muitas são parasitas de invertebrados e vertebrados. Eles são organismos microscópicos, mas há espécies de 2 a 3 mm. Alguns formam colônias livres ou sésseis.

Fazem parte do plâncton (conjunto de seres que vivem em suspensão na água dos rios, lagos e oceanos, carregados passivamente pelas ondas e correntes). No plâncton distinguem-se dois grupos de organismos:

fitoplâncton: organismos produtores (fotossintetizadores), representados principalmente por dinoflagelados e diatomáceas, constituem a base de sustentação da cadeia alimentar nos mares e lagos . São responsáveis por mais de 90% da fotossíntese no planeta.
zooplâncton: organismos consumidores, isto é, heterótrofos, representados principalmente por protozoários, pequenos crustáceos e larvas de muitos invertebrados e de peixes.




Digestão

Nas espécies de vida livre há formação de vacúolos digestivos. As partículas alimentares são englobadas por pseudópodos ou penetram por uma abertura pré-existente na membrana, o citóstoma.





Já no interior da célula ocorre digestão, e os resíduos sólidos não digeridos são expelidos em qualquer ponto da periferia, por extrusão do vacúolo, ou num ponto determinado da membrana, o citopígio ou citoprocto.



Respiração

A troca de gases respiratórios se processa em toda a superfície celular.



Excreção

Os produtos solúveis de excreção podem ser eliminados em toda a superfície da célula. Nos protozoários de água doce há um vacúolo contrátil, que recolhe o excesso de água absorvido pela célula, expulsando-a de tempos em tempos por uma contração brusca. O vacúolo é, portanto, osmorregulador.



Classificação

A classificação dos protozoários baseia-se fundamentalmente nos tipos de reprodução e de organelas locomotoras.

A locomoção se faz por batimento ciliar, flagelar, por emissão de pseudópodos e até por simplesdeslizamento de todo o corpo celular. Em alguns ciliados há, no lugar do citoplasma, filamentos contráteis, os mionemas. Os pseudópodos, embora sendo expansões variáveis do citoplasma, podem se apresentar sob diferentes formas.

Na tendência moderna, os protozoários estão incluídos no Reino Protista, subdivididos em quatro filos:



Rizópodes ou Sacorníceos

São amebas (“nus”); radiolários e foraminíferos (têm carapaças com formas bastante vistosas, feitas de calcário ou de sílica - importantes indicadores da existência de jazidas de petróleo)

São marinhos, de água doce ou parasitas (Entamoeba histolytica). Têm um ou mais núcleos, vacúolos digestivos e vacúolos contráteis (apenas nos de água doce).

Os Rizópodes caracterizam-se por apresentarem pseudópodes como estrutura de locomoção e captura de alimentos. São projeções da célula, que se deforma toda, que encaminham a ameba para várias direções. O mecanismo que leva à formação dos pseudópodes está hoje razoavelmente esclarecido: na região de formação de uma dessas projeções, a parte viscosa do citoplasma se torna fluida, permitindo que o restante da célula flua nessa direção. Vários pseudópodos podem ser formados ao mesmo tempo, modificando constantemente a forma da ameba. Os pseudópodos, na ameba, não servem apenas para a locomoção. Também são utilizados para a captura de alimento: pequenas algas, bactérias, partículas soltas na água etc. Eles rodeiam o alimento e o englobam.

O vacúolo alimentar formado (também chamado de fagossomo) une-se a lisossomo e se transforma em vacúolo digestivo. Inicia-se a digestão, a partir de enzimas lisossômicas que atuam em meio ácido. Progressivamente, o conteúdo do vacúolo digestivo torna-se alcalino, até completar-se a digestão. As partículas digeridas atravessam a membrana do vacúolo, espalham-se pelo citoplasma e vão participar do metabolismo celular. Partículas residuais são expelidas da célula pela fusão da parede do vacúolo com a superfície da célula, em um processo inverso ao da fagocitose.

As amebas de vida livre que vivem em água doce apresentam vacúolo contrátil ou pulsátil para osmorregulação, eliminando o excesso de água que vai entrando no seu citoplasma (hipertônico), vindo do ambiente mais diluído (hipotônico).




Microscopia de um risópode.


Em condições desfavoráveis, por exemplo sujeita à desidratação, a Entamoeba produz formas de resistência, os cistos, com quatro núcleos no seu interior (partição múltipla).

A reprodução assexuada é por bipartição simples ou cissiparidade (mecanismo semelhante a mitose).

Dentre as amebas é importante a Entamoeba histolytica, que parasita o intestino humano, causando a disenteria amebiana ou amebíase.




Reprodução Sexuada

Os gametas e os ciclos reprodutivos:

Em muitas algas aquáticas há a produção de gametas que, fundindo-se, originarão zigotos. Esses zigotos, após curto período de dormência, sofrem meiose com produção de quatro células (zoósporos). Cada uma dessas células originará nova alga, necessariamente haplóide. Note que, neste caso temos um ciclo reprodutivo no qual o organismo adulto é haplóide.

O ciclo é chamado de haplobionte (ou haplonte). A meiose ocorre na fase de zigoto, sendo chamada zigótica. Também é chamada de meiose inicial, uma vez que cada célula iniciará a formação de novo organismo adulto.







Em outras algas, a geração adulta é diploide e produz gametas por meiose. Do encontro de gametas, na fecundação, surge um zigoto que acaba originando um adulto diplóide. O ciclo reprodutivo é diplobionte (ou diplonte). A meiose é gamética, pois serviu para formar gametas. Também é chamada de meiose finalpor que ocorre no fim do período de desenvolvimento do indivíduo adulto diplóide.



Alternância de gerações

A maioria das algas multicelulares apresentam alternância de gerações, ou seja, em seu ciclo de vidaalternam–se gerações de indivíduos haplóides e diplóides.

Ex: Alga verde talosa do gênero Ulva







O ciclo haplodiplobionte ocorre também nas algas e pode ser visto na página que trata de Gimnospermas.

Quanto aos gametas produzidos pelas algas, há casos de:
Isogamia - gametas masculinos e femininos iguais;
Heterogamia - gametas masculinos e femininos móveis, flagelados, porém o masculino bem menor em tamanho que o feminino.
Oogamia- gameta masculino é pequeno e móvel e o gameta feminino é grande e imóvel.



A conjugação

Em algumas algas filamentosos de água doce ocorre pareamento de dois indivíduos com a passagem, por um canal de comunicação, de células inteiras de um para outro filamento. As células são haplóides e após se juntarem originam zigotos. Os zigotos dividem-se por meiose e a cada célula formada será capaz de originar novo filamento haplóide. Note que essa conjugação faz parte do ciclo haplobionte e a meiose do zigoto contribui para o surgimento de variabilidade.





Vírus

Vírus (do latim virus, "veneno" ou "toxina") são pequenos agentes infecciosos (20-300 ηm de diâmetro) que apresentam genoma constituído de uma ou várias moléculas de ácido nucléico (DNA ou RNA), as quais possuem a forma de fita simples ou dupla. Os ácidos nucléicos dos vírus geralmente apresentam-se revestidos por um envoltório protéico formado por uma ou várias proteínas, o qual pode ainda ser revestido por um complexo envelopeformado por uma bicamada lipídica.

As partículas virais são estruturas extremamente pequenas, submicroscópicas. A maioria dos vírus apresentam tamanhos diminutos, que estão além dos limites de resolução dos microscópios ópticos, sendo comum para a sua visualização o uso demicroscópios eletrônicos. Vírus são estruturas simples, se comparados a células, e não são considerados organismos, pois não possuem organelas ou ribossomos, e não apresentam todo o potencial bioquímico (enzimas) necessário à produção de sua própria energia metabólica. Eles são considerados parasitas intracelulares obrigatórios, pois dependem de células para se multiplicarem. Além disso, diferentemente dos organismos vivos, os vírus são incapazes de crescer em tamanho e de se dividir. A partir das células hospedeiras, os vírus obtêm: aminoácidos e nucleotídeos; maquinaria de síntese de proteínas(ribossomos) e energia metabólica (ATP).

Fora do ambiente intracelular, os vírus são inertes.Porém, uma vez dentro da célula, a capacidade de replicação dos vírus é surpreendente: um único vírus é capaz de multiplicar, em poucas horas, milhares de novos vírus. Os vírus são capazes de infectar seres vivos de todos os domínios (Eukarya, Archaea e Bacteria). Desta maneira, os vírus representam a maior diversidade biológica do planeta, sendo mais diversos que bactérias, plantas, fungos e animais juntos.

ESTRUTURA
REPRODUÇÃO VIRAL


DOENÇAS VIRAIS

Prevenção e tratamento de doenças virais

Devido ao uso da maquinaria das células do hospedeiro, os vírus tornam-se difíceis de matar. As mais eficientes soluções médicas para as doenças virais são, até agora, as vacinas para prevenir as infecções, e drogas que tratam os sintomas das infecções virais. Os pacientes frequentemente pedem antibióticos, que são inúteis contra os vírus, e seu abuso contra infecções virais é uma das causas de resistência antibiótica em bactérias. Diz-se, às vezes, que a ação prudente é começar com um tratamento de antibióticos enquanto espera-se pelos resultados dos exames para determinar se os sintomas dos pacientes são causados por uma infecção por vírus ou bactérias.

LISTA:

Catapora
A catapora é uma doença viral, geralmente benigna, e que tem como característica principal o surgimento de pequenas lesões na pele.

Caxumba
Conheça as características da caxumba: doença viral que acomete principalmente crianças.

Condiloma acuminado
Informações sobre esta DST que pode estar relacionada à presença de determinados tipos de câncer.

Dengue
Dengue - Um dos principais problemas de saúde pública no mundo, na atualidade.

Ébola
Febre hemorrágica viral com assustador poder de letalidade.

Febre aftosa
Conheça mais sobre a febre aftosa, uma doença que acomete animais de casco bipartido.

Febre Amarela
A febre amarela é uma doença viral cuja vacinação é bastante eficaz na sua prevenção.

Gastrenterite viral
Infecção viral cuja manifestação provoca sintomas gastrointestinais.

Gripe
Informações sobre uma doença viral capaz de provocar grandes epidemias e pandemias.

Gripe A
Informações sobre a gripe A: motivo recente de preocupação em todo o mundo.

Gripe do Frango
O que é gripe do frango, o que causa, transmissão, sintomas e medidas.

Hepatite A
Quais são as formas de transmissão, sintomas e tratamento da hepatite A.

Hepatite B
Doença que pode ser transmitida sexualmente, capaz de desenvolver um quadro crônico.

Hepatite C
A hepatopatia crônica de maior incidência no mundo.

Hepatite D
Conheça mais sobre as formas de transmissão e prevenção da hepatite D.

Herpes genital
Contágio, sintomas, características, prevenção, teratmaneo e recomendação desta DST viral.

Herpes-zóster
Quadro que se manifesta em pessoas que já tiveram catapora e que estão com a imunidade fragilizada.

Mononucleose
Conheça as características da doença do beijo.

Poliomielite
Poliomielite, Doença viral, Gotículas de saliva, Pessoas contaminadas, Alimentos contaminados, Carga viral, Sintomas, Febre, Distúrbios, Sistema nervoso, Paralisia infantil, Campanhas de multivacinação, Vacina Sabin.

Raiva
Zoonose viral cujo indivíduo afetado tem grandes chances de ir a óbito, caso não faça o tratamento adequadamente.

Resfriado
Resfriado, infecção das vias aéreas superiores, os vírus que ocasionam o resfriado, quanto tempo dura o resfriado, como pode ser transmitido o resfriado, os sintomas do resfriado, tratamento do resfriado.

Rubéola
Rubéola, Patologia viral, Doença infecto-contagiosa, Vias respiratórias, Vírus, Doença congênita, Aborto, Risco gestacional, Manchas avermelhadas, Diagnóstico, Vacinação, Tríplice viral.

Sarampo
Doença viral altamente contagiosa, mas que pode ser prevenida por meio da vacinação.


Síndrome respiratória aguda grave (Sars)
Problema respiratório viral que pode provocar a morte do indivíduo, caso não seja tratado precocemente.


Varíola
Doença que afetou a humanidade por mais de 10000 anos, considerada erradicada desde 1970.


Verrugas virais
O que são verrugas virais, o desenvolvimento das verrugas virais, como o organismo combate uma verruga viral, como tratar uma verruga viral



O modelo do vírus HIV, causador da AIDS